Como baixar as taxas de juro dos seus creditos?

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Apesar de a venda cruzada ser comum, o consumidor não tinha, até há poucos meses, forma de comparar propostas que a incluíssem. Nas simulações convencionais de crédito à habitação, deve usar a TAE (taxa anual efectiva), para escolher a proposta mais vantajosa. Mas se contratar outros produtos para reduzir o spread, já terá de comparar a TAER. Além das comissões do empréstimo, a taxa anual efectiva revista considera o novo spread e os custos dos produtos ou serviços que subscreveu.

Analise propostas com condições idênticas, por exemplo, montante, prazo e produtos contratados.O consumidor só deveria contratar os produtos que lhe fossem úteis. Mas a escolha é condicionada dada a maioria dos bancos com pacotes pré-definidos.Quando contratar o seguro de vida para o crédito à habitação, verifique se é considerado o ajuste anual do prémio.O valor deve ser actualizado com a idade do titular e o capital em dívida. Porém,
alguns bancos não contemplaram essa actualização na TAER.

Antes de aceitar o cross-selling,verifique se os custos associados não diluem os ganhos com a diminuição do spread. Para isso, o ideal seria comparar a TAE (que incluísse as Escolhas Acertadas para o seguro de vida e multirriscos) com a taxa anual efectiva revista (TAER). Contudo, estes elementos não são fáceis de reunir ou calcular pelo consumidor.

Consulte vários bancos.Se estiver disposto a aceitar a venda cruzada, defina os produtos que está disposto a contratar. As propostas devem incluir produtos idênticos,para serem comparáveis.Identifique a mais barata através da TAER. Os resultados do quadro são exemplificativos.
Lembre-se de que as reduções no spread podem variar com o valor do empréstimo e da avaliação da casa, e também com os produtos ou serviços que contratar.

Carência de capital para reduzir prestações do seu credito

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Existem diversas maneiras de reduzir as prestações dos seus creditos,utilize os simuladores de credito existente nos sites dos bancos e descubra qual a modalidade que melhor o servirá.

Em regra, o que sentir a menos na prestação, pesa no bolso no
final do empréstimo. Exemplo: num crédito tradicional de € 150 000
a 30 anos e taxa de juro anual nominal (TAN) de 2,608% paga
cerca de € 601 mensais.

Mantendo o cenário, ao optar pela carência de capital de 36 meses reduz a
prestação durante esse período para pouco mais de metade (€ 326), mas
paga mais € 4300 no total. Com diferimento de 30%, a mensalidade
desce para € 518,60, mas o custo total do empréstimo engorda cerca
de € 15 300, quase 25% mais.

A prestação fixa é a única modalidade sem custos acrescidos a longo prazo, pois o cliente não
deixa de amortizar capital ou juros.Apesar de pagar conta certa todos
os meses, as subidas da taxa são compensadas com o alargamento
do prazo.

As modalidades que permitem adiar parte da dívida têm outros riscos. Quem garante que consegue
pagar o acréscimo na prestação,no final da carência? Retomando o cenário anterior, ao fim de 3 anos,
a prestação passa de € 326 para o dobro (645,42 euros). No caso do diferimento, consegue reunir o
capital em falta no final do prazo? Adiar 30% de € 150 000, por
exemplo, obriga-o a pagar € 45 000 de uma só vez daqui a 30 anos.